Quando nos vênus,
juro a marte.
Paulo Leminski. (via romanteios)
Que a gente tenha mais vontade e menos preguiça. Mais coragem e menos medo. Mais alegria e menos lágrimas. Mais abraços e menos vazio. Mais sorrisos e menos cara amarrada. Mais leveza e menos reclamações. Mais saúde e menos doença. Mais colo e menos solidão. Mais mãos dadas e menos braços vazios. Mais conhecimento e menos cabeça fechada. Mais trabalho e menos corpo mole. Mais mudança e menos mais do mesmo. Mais acertos e menos erros. Mais entendimento e menos julgamento. Mais acolhimento e menos frustração. Mais perdão e menos picuinha. Mais elogio e menos fofoca. Mais reforço positivo e menos crítica negativa. Mais respeito e menos grosseria. Mais educação e menos palavrão. Mais caridade e menos olhares para o próprio umbigo. Mais olho no olho e menos palavras que nada valem. Mais tolerância e menos rebeldia. Mais cuidado e menos egoísmo. Mais doçura e menos grito. Mais esperança e menos desilusão. Mais fé e menos incertezas. Mais resposta e menos interrogação. Mais amor e menos gente que não sabe o que isso significa.
Clarissa Corrêa.  (via pazemsi)
Meu dengo,
Eu só quero seus mimos
De domingo à domingo.
Acaricia.   (via distanciava)
Quando eu me perco, é quando eu te encontro. Quando eu me solto, seus olhos me vêem. Quando eu me iludo, é quando eu te esqueço. Quando eu te tenho me sinto tão bem. Você me fez sentir de novo o que eu já não me importava mais, você me faz tão bem. Quando eu te invado de silêncio, você conforta a minha dor com atenção. E quando eu durmo no seu colo, você me faz sentir de novo o que eu já não sentia mais.
Você me faz tão bem, Detonautas.    (via raiz-de-reggae)